Bayonetta – Análise

Quando eu vi pela primeira vez Bayonetta, sinceramente não achei o jogo tão empolgando, e ate achei que seria mais um fracasso da cultura japonesa, que falando com sinceridade nos últimos anos não vem sendo a mesma. Achei o jogo muito exagerado, mas também com Hideki Kamiya, o criador de Devil May Cry e Viewtiful Joe, no meio só podia sair algo exagerado.

O tempo foi passando e o jogo começou a me agradar um pouco mais. O jogo do jovem estúdio Platinum Games começou a se mostrar bastante interessante. E bem, assim que eu terminei de joga-lo cheguei à conclusão de que… Leiam toda a análise e descubram.

Moon Vs. Sun

A história de Bayonetta é algo muito interessante. Ela basicamente se desenrola em torno das Umbra Witches e dos Lumen Sages. Ambos os clãs estão em guerra. O clã das Umbra Witches é formado por mulheres bruxas, que utilizam os poderes da Lua (Bayonetta faz parte deste clã). Já o Lumen Sages é formado por homens, que trabalham com a luz e fazem uso do poder do Sol. Basicamente Lua Vs. Sol.

Os clãs dividem um tesouro chamado The Eyes of The World, que foram separadas em duas partes – Left Eye e Right Eye. Quando estes dois tesouros somem, a guerra entre ambos os clãs começa, e bem é ai que a diversão começa pra valer.

Bayonetta defende as Umbra Witches, naturalmente por fazer parte do clã. Só que a nossa bruxa sexy não está sozinha, pois junto com ela está Jeanne. A guerra entre os clãs é tão intensa, que dura até os tempos atuais, e é ai que entra Bayonetta. A bruxa foi revivida nos tempos atuais, sem memória. Detentora de poderes mágicos, sua batalha contra as forças do paraíso continua. A razão desta batalha esconde-se em seu passado, assim como sua ligação com o Inferno e a outra bruxa, que possui as mesmas técnicas de combate, magias e habilidades com as armas de Bayonetta. Bem para completar a turma de personagem  ainda temos, Enzo, Rodin, Luka e Cereza.

Bem não vou ficar aqui explicando a história do jogo, afinal isso é bem chato, pois sem querer posso estragar a surpresa de vocês. O quanto você gostará do clima e enredo de Bayonetta depende, basicamente, se você é ou não capaz de entender a proposta do jogo.

A história em si é contada de várias formas: existem os típicos diálogos feitos durante o jogo, um narrador, durante sequências cinemáticas, ou um efeito de fita de cinema, onde são apresentados vários slides parados acompanhados das vozes dos intervenientes. Bayonetta é lotado de frases bregas, o design do jogo é muito, mais muito exagerado, sem contar que no jogo presenciamos momentos completamente absurdos. Sem dúvida, não podemos levar a sério Bayonetta. Mas se nós pararmos um pouco para pensar, ai que está uma bela qualidade do jogo. Pois aqui tudo é levado para um lado mais divertido, e creio eu que pode ser até que uma gozação do próprio legado da indústria nipônica. Pode parecer algo ruim, mas acredite não é.

Algo que me deixou muito zangado com o jogo, foi sem dúvida o roteiro. Aqui pode ter certeza, ele é descartável. O bom é que querendo ou ele prende sua atenção, mas mesmo assim não gostei nem um pouco dele. O roteiro aqui é tão ruim, que as vezes chega a ser irritante. Quando Cerezita entra no enredo então, nossa sem exagero ela é muito chata. Os momentos os quais ela aparece são sempre de doçura ainda que o jogo não a abandone em nenhum momento o seu clima de exagero pirotécnico.

Golpes incríveis e arsenal de invejar

Bayonetta é sem dúvida uma bruxa bem má, e claro muito “foda”. A bruxa dispõe da sua pistola – Scarborough Fair – que tem munição infinita. Além disso, ela ainda tem dois tipos de golpe: de braço e de perna. O interessante é que estes golpes podem ser customizados com outras armas que você adquire durante o jogo, como as espadas Shuraba e Angel Slayer, as espingardas Onyx Roses, Durga, Odette, e o chicote Kulshedra. Os combos aqui com estas armas se tornam algo de se ver e não enjoar tão cedo. Você ainda pode usufruir das armas dos inimigos, que caem no chão e duram um certo tempo.

Sem nenhum exagero posso dizer que a combinação de golpes é algo nunca antes visto neste gênero de jogo. O simples carregamento aleatório de botões consegue desencadear uma série de ataques impressionante. Mas se caso você preferir dominar todo o sistema, há uma lista enorme de combinações (ao estilo de Tekken, mas não igual). Se você for o tipo de jogador que adora uma adrenalina, então experimente usar o recurso de disparar em 360 graus, tanto com as pernas como com os braços.

No jogo as armas podem ser selecionadas em dois grupos, A e B, que permitem serem alternadas durante o jogo. Bayonetta dispõe também de uma série de magias como a Witch Time, Wicked Weave, Torture Attacks e Infernal Demons (este sem dúvida o mais “doido”, este ataque é incrível, pois ele é demônios conjurados com o cabelo de Bayonetta e executados quando “Climax” aparece na tela, geralmente durante as batalhas contra os chefes).

Para terminar o arsenal da bruxa, temos o bar do Rodin, The Gates of Hell. Todo jogo deste estilo que se preze tem um lugar assim, onde podemos comprar itens, armas especiais, acessórios que dão habilidades extras, técnicas e itens especiais.

Uau… Que jogabilidade!

Está foi a frase que eu disse assim que peguei em Bayonetta. O jogo apresenta uma jogabilidade invejável. Aqui, a jogabilidade funciona de forma bastante típica, onde você pode utilizar o analógico esquerdo para caminhar, e o direito para mover a câmera.

A jogabilidade de Bayonetta me surpreendeu e muito. Mas outro ponto interessante que posso citar é os cenários. São gigantescos é algo impressionante. O combate aqui também é muito bom, e o jogo esbanja qualidade neste sentido. Com uma ótima jogabilidade, fica bem fácil controlar a nossa sexy heroína. O mais legal mesmo, é ver os inimigos se despedaçarem em golpes exagerados (este ponto é bem interessante, mas fica para outra parte do texto) e cheios de poses sensuais.

Exagerado é pouco!

Como eu disse, no começo Bayonetta não me empolgou muito. Achei o jogo exagerado de mais, e de fato ele é. Não gosto muito de jogos com tantos exageros, mas depois que joguei este, passei a olhar com outra visão games assim. Mas outros fatores também interferiram no meu gosto pelo jogo. No começo achei o character design muito ruim, ele não me empolgava nem um pouco, sem contar que a poluição visual às vezes me trazia incômodos.

Mas bem, depois de um pouco de tempo jogando Bayonetta, o exagero me deixou animado, e o icomodo passou. O exagero aqui não é nem um defeito, e posso afirma que em Bayonetta o mesmo é até algo positivo, pois servem para moldurar a proposta de absurdos que permeia a trama.

Como tudo no jogo é exagerado, os inimigos e claro os cenários, não poderiam ficar de fora. Os cenários aqui são simplesmente imprecionantes. Os inimigos então, nem se fala, eles são imensos. No jogo ah um inimigo tão grande, que enxergar a nosso bruxa sexy é algo muito difícil. Sério o cara era imenso. O exagero, presente aqui com os inimigos é algo bom, pois te dá uma sensação de poder extrema quando você mata um deles. Os confrontos são tão empolgantes, que é difícil descrever. Tudo trazidos à vida por uma engine gráfica que, se não é capaz de impressionar com texturas perfeitas, dá um banho em variedade.

Aqui a sempre um absurdo para nós vermos, sempre é algo novo para fazermos. Em um momento do jogo, estava eu lá lutando contra um inimigo enorme, quando invoquei uma criatura, meu deus nesta hora eu assustei (sem brincadeira). O bixo era tão imenso que faz qualquer gigante de Shadow of the Collossus parecer um mero poodle.

O exagero aqui é tão grande, que chega a ser cômico e estranho ao mesmo tempo. Vou dar mais alguns exemplos. Em certo momento no jogo corri de moto em cima de mísseis atravessando o sistema solar, só para vocês terem uma ideia. A criatividade aqui está exuberante. Se existe algo que não faltou em momento algum no desenvolvimento de Bayonetta foi criatividade.

A indústria nipônica como todos nós sabemos, estava passando por um momento de falta de criatividade, mas em Bayonetta isso mudou radicalmente, pois agora vimos que nossos amigos tem sim muita, mais muita criatividade. Hideki Kamiya nos mostrou que a indústria nipônica ainda tem sim salvação. Mostrou-nos que um gênero pode evoluir bastante em um curto período de tempo. Tudo bem, Kamiya não “inventou um gênero”, mas tornou este algo bem mais interessante. Hideki Kamiya nos ensinou que sim, é possível fazer algo impressionante e muito divertido, com pouco dinheiro. Em Bayonetta você esmaga os anjos, enquanto o mundo gira, é algo fascinante (não matar os anjos, claro).

Outra coisa que me agradou, foi a desculpa encontrada para manter o mundo “vazio” no jogo. Aqui, Bayonetta caminha num mundo que a visão humana não consegue captar, por isso apenas vemos silhuetas dos humanos andando pelo nosso mundo. Contudo, apesar de não nos verem, é sempre divertido passar por elas ou atacá-las para vê-las fugir em pânico de uma ameaça invisível que detectam pelos sentidos.

Alguns problemas

Como nada é perfeito, e tudo no mundo tem seus problemas, aqui não seria diferente. Na versão do Xbox 360 o frame rate é sólido, mas nos momentos de maior confusão visual experimentei alguns slowdowns. No Playstation 3 a situação é bem mais complicada, já que em situações com muitos elementos na tela o jogo perde bastante, principalmente em fluidez. Além disso, no PS3 o efeito de geração de partículas é bem inferior, se comparados a do Xbox 360.

O jogo apresenta uma poluição visual muito grande, tudo bem que isso combina perfeitamente ao contorno de exagero, mas mesmo assim é um problema que devemos citar.

Outro problema que encontrei foi a questão de duração do jogo. Achei muito pouco, entre 11 e 13 horas. Mas devo esclarecer que o jogo é muito bom, com isso após terminarmos ele nos dá sim uma vontade grande de repetir tudo de novo.

Trilha sonora muito chata

A trilha sonora em Bayonetta sem dúvida não é algo muito bom de se ouvir. Se formos analisar somente isso o jogo ganharia um belo 4/10 meu. Tudo bem não precisa ser algo tão genial como em Halo, Final Fantasy ou Uncharted, mas também não precisa ser uma “porcaria” destas.

No começo não me incomodou muito a mistura de Jazz, Pop e Jpop (pop japonês). Mas depois de algumas horas jogando o game, que isso eu simplesmente abaixava a televisão, e ligava o som rodando um Red Hot Chilli Peppers, Guns N’ Roses, Nirvana ou até mesmo The Posies. Sem brincadeira, qualquer coisa acho que é melhor que isso, bem não qualquer coisa, mas a maioria.

Tudo bem tem quem goste. Eu sou fã de animes, adoro a cultura japonesa em si, mas cá entre nós está mistura ficou muito esquisita, ficou algo bizarro. Creio que umas orquestrações épicas ou heavy metal, combinaria mais com o game.

Por isso já aviso, se você não curte Jpop, então abaixe a Tv e ligue o som, ou simplesmente jogue com um fone de ouvido e o MP3, iPod, Mp4, seja o que for ligado, de preferência tocando algo bom, algo que você goste.

O que salva aqui é os efeitos sonoros, que são aquilo que estamos acostumados em jogos do gênero, o destaque aqui são os tons mais agudos nos impactos, casando com a natureza feminina e muito sexy da protagonista.

A dublagem é algo de se elogiar também, principalmente a da protagonista. Seja quem for à misteriosa dubladora – a Platinum mantém em segredo a dubladora da bruxa – fez um ótimo trabalho. A voz é muito madura e sexy, encaixando perfeitamente com a personagem. Mas bem, a boa dublagem fica mesmo só por conta da protagonista, pois os coadjuvantes foram dublados de modo ridículo. Rodin, por exemplo, tem uma das atuações mais forçadas e irritantes que já ouvi. O ator que o dublou é sim horrível.

Conclusão


Bayonetta é um jogo que me agradou bastante. É depois de tanto tempo, uma prova de que os japoneses são mesmo geniais. É a prova que precisávamos para ver que a indústria nipônica tem sim conserto. O game não é uma produção “AAA”, como God of War ou Halo. Não é um jogo com gráficos de babarem. Não é um jogo com um orçamento multimilionário. Não tivemos mais de 200 pessoas trabalhando no seu desenvolvimento. Bayonetta só teve mesmo 50 pessoas trabalhando em seu desenvolvimento, e que quando começaram o projeto não sabiam nem se o mesmo iria continuar. Bayonetta é o tipo de jogo que quando você joga, quer jogar novamente, é um jogo memorável. É um jogo feito de ótimas ideias e muita criatividade, e bem, no final não são os multimilionários que movem o mundo, são as ideias e criatividades que estão presentes aqui.

Mais e Menos

+ Ótima jogabilidade

+ Confrontos empolgantes

+ Sistema de combos incríveis

+ Criativo ao extremo

+ Dificuldade equilibrada

+ Referencia aos jogos da Sega

- Trilha sonora e dublagem horríveis

- Alguns bugs

- As cenas em “animated comics”

Notas

Jogabilidade: 9,5/10

Gráficos: 8,0/10

Som: 6/10

Diversão: 10/10

Análise geral: 8,5/10

Galeria


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Bayonetta – Análise, 4.6 out of 5 based on 5 ratings
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10 Responses to “Bayonetta – Análise”

  1. Lakattos disse:

    Nossa, fiquei BEM animado para jogar esse game

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  2. [...] podem conferir nossa review do jogo, aqui. VN:F [1.8.1_1037]Rating: 0.0/5 (0 votes cast) [...]

  3. Gui Loureiro disse:

    Esse aí não me interessou não, parecer ser só mais um game de tiro e ação. Vou esperar alguém comprar para dar uma sentida.

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  4. Zack disse:

    Sério, outro game da andar e bater. E pior, mal portado… Cadê meus J-rpgs e os novos generos?

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  5. [...] o ano da falência de muitos gamers espalhados pelo mundo.Só para começar o ano já teve Bayonetta, Dante’s Inferno, Bioshock 2, Heavvy Rain, Mass Effect 2 e outros bons lançamentos. Este mês de [...]

  6. [...] A Platinum Games confirmou através do produtor Shinji Mikami, que eles escolheram o Playstation 3 para ser a plataforma líder de desenvolvimento do jogo Vanquish. Segundo eles mesmo, o motivo pela escolha foi que assim eles podem evitar problemas “técnicos” que eles tiveram com o jogo Bayonetta. [...]

  7. Otavio disse:

    A trilha sonora de Bayonetta é perfeita ! Acho que combinou perfeitamente o jazz, pop e Jpop… Agora heavy Metal e orquestra épica ? Isso não tem NADA a ver com Bayonetta pq simplesmente não combina. Fico muito feliz que o jogo tenha misturado o jazz com o Pop acho que foi uma combinação maravilhosa. E não posso deixar de elogiar a banda Climax pela versão que eles fizeram da música "Fly me To the Moon" do Frank Sinatra, essa musica ficou muiiiito FODA no jogo !

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  8. Fabio disse:

    Otavio sobre a trilha sonora você tem toda razão. Agora meu caro amigo, legal você ter zerado e tudo. Porem espero que você tenha completado pelo 80% do jogo pra fazer essa análise…

    Sobre a Trilha sonora: Como você proprio afirmou- Tem que compreender o jogo! E você não fez isso pra chamar de chata. Pelo contrário a trilha está FODÁSTICA e esse jogo nem me lembra muito Devil My Cry, mais sim CASTLEVANIA, jazz com pop ficou ultramente fantástico pra trilha de Bayonetta, E OUTRA COISA: Você só analisou pela música ” FLY ME TO THE MOON” e as outras que vc faz nas batalhas, eu gosto quando é pra enfrentar a Jeanne e quando aparece um Monstro Celestial novo, ai começa aquela musica de ação foda, que tem na primeira cena quando ela vai pro ceu matar uns “anjinhos”. O que seria Bayonetta sem sua osadia? E outra EXAGERO DE QUE???????????
    Mano você tá jogando VIDEO GAME e não a VIDA REAL! Não aguenta, bebe água! E Se você realmente souber jogar bayonetta assim como eu, nao vai mais querer parar, e pra desviar é muito foda, se tiver paciencia, cara é cada desvio louco, muito bom! E pra cada música, que se passa tem 1 sentido, nao é qualquer musica. E as musicas de orquestras ficaram otimas. CARA EU JA VI CADA ANALISE DE BAYONETTA TOSCA, antes diziam que era um lixo. Foi só pegar notas acima de 9,5 que o jogo ficou lindo e começaram a elogiar e esse é o primeiro, apenas o primeiro bayonetta que ja causou tudo isso! E concerteza o 2 nao vai ser diferente e muito melhor, pois GOD OF WAR foi assim mesmo e ta ai o sucesso. Bayonetta é nova no mercado. Realmente Bayonetta nao é igual a god of war…. mais Pegou notas de vários sites de games quase a mesma nota de god of war 3! (isso mesmo o 3!) Um jogo que foi feito por mais de 150 pessoas e que Bayonetta foi feito apenas por 50 “como citou”. Agora God Of War tem que se preparar ou vai ficar no chinelo. :x

    E Claro que todo Game tem Seus bugs e erros, errar é humano, até seu site e cheio de erros. Desculpe se eu me equivoquei com você em algum momento, mais to defendendo aqui o que você “exagerou nos coments” e nao precisava. O jogo é 10! Vale cada Centavo que você investir nesse CD, nao foi atoa que ja vendeu mais de 1.1 milhão. E o MACHISMO CONTA MUITO. Só porque o KRATOS é fortão, arranca cabeça, é sanguinário, anda igual homem, ele é o fodão! Agora Bayonetta faz as mesmas coisas, só que ela é mulher e requebra e faz poses picantes. Só por causa da BORBOLETA e algumas musicas o jogo é gay… já ouvi isso algumas vezes, e as pessoas nem jogaram pra saber.
    E quando você pega o Bracelet Climax, o massacre é foda é sangue e padaço de anjo pra todo o lado sahushausa.

    Espero que tenha deixado bem claro aqui, algumas coisas que você disse e eu apenas defendi.
    Abraços, parabens pelo blog muito bom, passeava por todo ele até encontrar esta materia da minha querida bayonetta. Eu quero tocar nela! rs.

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